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Já pensou em ser grande?

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Por Gilvan Breves Arruda


Hoje, pleno sábado, acordei ouvindo música clássica, coisa que de vez em quando faço. Junto com o prazer de ouvir este tipo de música, gerou em mim a vontade de conhecer um pouco mais a vida de seus compositores. Não sou um conhecedor de música, nem um historiador que domina a biografia desses homens notáveis, mas conheço um pouquinho da história de alguns deles. Como conhecimento nunca é demais, fui ler mais um pouco...


A internet é uma fonte riquíssima de conhecimento para quem sabe usá-la. Coloquei-me a buscar textos a respeito de Beethoven, Bach, Mozart, Schubert, entre outros. O centro da minha leitura foi mesmo a vida de Beethoven, por conta da minha paixão pela Nona Sinfonia, contudo, ninguém vive só, assim a história (texto) de um vai citando a vida de muitas outras personalidades.

Para você ter uma idéia, a vida desse grande mestre do século XIX, me fez ler sobre Oskar Schindler, o criador da famosa Lista de Schindler. E o que ele tem a ver com a vida de Beethoven? Nada! E sim um outro Schindler que a história não conta quem era, mas somente que estava pra primeira apresentação da 9º Sinfonia em Viena. Porém, quando eu vejo um nome, quero saber quem é, ou até mesmo uma expressão, não me contenho e tenho que saber mais. Você acredita que li até mesmo sobre cirrose hepática? (rsssss)
Agora, o que tem a ver tudo isso com o tema deste artigo? E com o trabalho da Rester? Muito! Vamos lá que eu vou explicar...

Depois de ler muitas páginas sobre a vida de gente tão marcante em suas épocas, região onde viviam etc., pude enxergar muitas coisas em comum com estes grandes gênios:
Todos eles eram apaixonados por coisas simples, mas extremamente importantes!

Beethoven amava a natureza, seus irmãos, a poesia... Schindler amava sua esposa, o trabalho em sua empresa... Mozart era um amante do ser humano, do humanismo (sabia que ele compôs mais de 600 obras em apenas 35 anos de vida?!!!). Mozart até mesmo mudou um de seus nomes de “Theophilus” (Amigo de Deus), para algo mais profundo como “Amadeus” (Aquele que ama a Deus). Schubert era um poeta do romanticismo, ou seja, muito afeito ao passional (também viveu pouco e compôs muito: mais de 600 obras em 31 anos de existência!). Friedrich von Schiller criador da poesia “An die Freude” (“Ode à Alegria”), que está presente no 4º movimento da 9º sinfonia, era uma pessoa que falava, em suas obras, de Deus, da amizade, companheirismo, amor...

Eu resumi bastante o conceito que ficou gravado na minha cabeça sobre a biografia desses homens. Mas uma coisa ficou muito claro dentro de mim:

Temos que ser grandes onde quer que estejamos!


Temos que ser grandes nas coisas mais cotidianas. Em nossas casas, em nossos trabalhos, nos nossos relacionamentos profissionais, fraternos...

Não quero criar nenhum conceito novo, nenhuma filosofia, tese, movimento... mas quero deixar a você, que está lendo este texto, o seguinte questionamento:

Qual a grandeza da minha vida?


Isso quem vai definir é você!

Um grande abraço!

Última atualização em Sáb, 07 de Março de 2009 16:59